6 de novembro de 2009

brincando com poesia


E se a vida fosse uma amnésia? Esquecia-me como se sofre Esquecia-me como se chora Quando ainda t...


NA MÃO DO POETA A PENA QUE SERENA OU INQUIETA FAZ NASCER O POEMA, POETA... NÃO PENSE COM MUITO RI...


No afogar das mágoas sinto que estou Dou gargalhada das dores que sofri Divirto-me com a as alegr...
Sem esboço nem palavras a humilhação olhou fria e funda o riso do sarcasmo vaidoso e pobre como s...


Demando-te No interior do meu ser Nas veias do meu saber. Não resides No meu corpo, sinto-te. Não...


Sigo teu rastro, caminho de fogo que abriste Vou por lugares perdidos de sonhos coloridos Por ond...


Acesso restricto!


Deixemos que o susto nos abandone Voltemos ao namoro, ao doce do toque Vamos escrever juntos… poe...


Dois demônios, irmãos gêmeos, tão aflitos, zombeteiros, tão "corretos", tão boêmios, são autêntic



E se a vida fosse uma amnésia?
Esquecia-me como se sofre
Esquecia-me como se chora


Quando ainda te quero… não te sinto
Quando te falo … não estás
Quando te sussurro… e não ouves


E se a vida fosse uma amnésia?
Uma amnésia social…uma amnésia cultural
E se a vida fosse aquela amnésia


Em que nos esquecêssemos do mundo
Em que nos envolvêssemos um no outro
Deixássemos o amanhã acontecer
Para ao entardecer


Mergulhar nas águas da vida
Solta o teu querer e vem morrer
Nos meus braços
Vem…vamos fazer poesia…


Contar histórias de amnésias
Bancos de jardim…sem fim
E se Amnésia fosse … tu em mim

Nenhum comentário:

Postar um comentário